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Internautas apostam em conscientização para reduzir roubo de energia elétrica - QR Code Friendly
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Segunda, 03 Setembro 2018 11:51

Internautas apostam em conscientização para reduzir roubo de energia elétrica Destaque

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A enquete do Portal da Assembleia Legislativa realizada de 27 de agosto a 3 de setembro perguntou aos internautas qual seria a melhor forma de combater o crime de roubo de eletricidade, o popular "gato" de energia elétrica.

Para 65,9% dos internautas, a melhor opção apontou que a tarefa pode ser realizada efetivamente “com maior fiscalização e campanhas de esclarecimento, informando sobre o risco dessa ação para quem faz e para a sociedade". Para outros 34,1%, a formulação que indicava “além de multar os infratores, sobretaxar grandes consumidores por um determinado período, desestimulando a reincidência” foi considerada mais adequada.

Previsto em lei, esse crime pode ser realizado por intermédio de alterações no medidor de energia elétrica ou com uma ligação clandestina direta na rede de distribuição. No caso da alteração realizada no relógio medidor, o furto de eletricidade é realizado por um consumidor que já é um cliente da concessionária. Há ainda a prática concretizada a partir de ligações clandestinas. Devido a não utilização dos equipamentos adequados para as ligações, essas são consideradas ainda mais perigosas.

Para o engenheiro eletricista e mestre em Administração e Controladoria pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Eduardo Marques Costa, é provável que a incidência de furto de energia tenha se elevado em face à crise financeira que grande parte do País atravessa, decorrente do desemprego e da falta de oportunidade de trabalho. “Quando a pessoa tem a sua energia cortada e se vê na perspectiva de não conseguir recursos para saldar as dívidas, é natural que ela busque as alternativas que estão à mão”, salienta.

Eduardo Marques, contudo, ressalta que grande parte das pessoas não tem a exata dimensão dos riscos que estão correndo ao procurar instalar o “gato” em sua residência. “Sem a habilidade necessária e os recursos materiais necessários, os riscos são enormes. E não raras vezes, essas pessoas são levadas a óbito ao tentar efetuar a ligação clandestina”, frisa.

Para o engenheiro, o mais eficiente para conter esses atos ilícitos seria uma campanha de esclarecimentos sobre os riscos, em vez de simplesmente aumentar os valores de multas. “Quem faz a ligação clandestina já sabe que está fazendo algo errado e que há multas pelo ato. Porém, quando é esclarecido que a vida do infrator estaria em risco, é possível que o efeito seja mais eficiente”, comenta.

JS/PN

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 1044 vezes Última modificação em Quinta, 13 Setembro 2018 17:28

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