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Segunda, 28 Janeiro 2019 10:32

Deputados lamentam tragédia em MG e defendem legislação mais rígida

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Região atingida pelo rompimento da barragem de Brumadinho – MG. Região atingida pelo rompimento da barragem de Brumadinho – MG. Foto: Isac Nóbrega/PR
Parlamentares cearenses lamentaram a tragédia ocorrida na última sexta-feira (25/01), em Brumadinho (MG), que destruiu casas e a vegetação da região, após o rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Vale. O desastre deixou um rastro de lama tóxica, pelo menos 60 mortos e 292 desaparecidos até o momento. Os deputados apontam a baixa fiscalização e a ausência de uma legislação mais rígida como os fatores responsáveis pela catástrofe.

Para o presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido da Assembleia, deputado Roberto Mesquita (Pros), o acontecimento é resultado do descaso da Vale. Ele relembra desastre semelhante ocorrido em Mariana (MG), em 2015, e afirma ser inadmissível que o País volte a viver, em um curto espaço de tempo, uma tragédia dessa proporção.

“Esses desastres demonstram a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa e uma legislação mais rígida para as grandes empresas que trabalham com materiais que podem prejudicar cidades, tanto do ponto de vista humano, como ambiental”, ressalta Mesquita.

Para o deputado Renato Roseno (Psol), a calamidade em Brumadinho é uma tragédia anunciada, que serve de alerta para a exploração ambiental e o extrativismo mineral no Brasil. O parlamentar também defende a revogação da licença da empresa Vale. “É mais uma tragédia em decorrência da flexibilização do licenciamento ambiental, da baixa fiscalização e da pressão para aligeirar licenças ambientais. A Vale não pode continuar operando, pois, até hoje, as vítimas de Mariana ainda não foram indenizadas”, afirma.

Heitor Férrer (SD) critica a ausência de uma legislação mais rigorosa para a proteção do meio ambiente e aponta a impunidade como fator responsável pelos danos ambientais e humanos. “Na tragédia de Mariana, os responsáveis não foram punidos e a impunidade pode gerar novas tragédias. Nesse segundo desastre, ficou claro que aos grandes produtores interessa o lucro e não há preocupação com os resíduos produzidos. Ainda falta zelo, respeito e punição”, diz.

LM/RM

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 383 vezes Última modificação em Quarta, 30 Janeiro 2019 07:25

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