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Internautas apoiam campanha Março Lilás para combate ao câncer de colo uterino - QR Code Friendly
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Segunda, 22 Março 2021 13:32

Internautas apoiam campanha Março Lilás para combate ao câncer de colo uterino

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O Portal da Assembleia Legislativa do Ceará realizou, entre os dias 15 e 22 deste mês, enquete sobre o poder da campanha Março Lilás, que objetiva conscientizar a população sobre a atenção e combate ao câncer de colo uterino.

Para 74,5% dos participantes, a campanha é forte instrumento para estimular as mulheres sobre os cuidados e prevenção contra a doença.   Enquanto 25,5% consideram o movimento uma iniciativa sem grandes resultados práticos.

A procuradora Especial da Mulher na Assembleia Legislativa do Ceará, deputada Augusta Brito (PCdoB), diz que a campanha “Março Lilás” é mais um importante instrumento para falar sobre a terceira forma mais comum de câncer entre as mulheres, o do colo do útero. “Além do preservativo, que previne de maneira parcial o contágio, a vacinação contra o HPV é necessária. Também não podemos esquecer que o exame de Papanicolau é indicado como método de prevenção. Prevenir é sempre a melhor solução e a campanha nos ajudam a ampliar esses métodos”, avalia.

O deputado Heitor Férrer (SD), observa a necessidade de campanhas de conscientização para alertar e informar a população devidamente. “Em casos como o de câncer uterino, o diagnóstico precoce faz uma grande diferença para o sucesso do tratamento. Segundo o parlamentar, quanto mais mulheres estiverem atentas e a par da doença, maiores as chances de recuperação e menores os índices da doença. “O que deve ser feito é fortalecer ainda mais a iniciativa para que possa gerar impactos positivos cada vez maiores”, salienta.

De acordo com a Doutora em Enfermagem, pós-doutora pela Escola de Educação e serviço social da University of Dundee – Escócia, e professora da disciplina de Saúde Sexual e Reprodutiva da Universidade Federal do Ceará (UFC), Ana Karina Bezerra Pinheiro, os fatores relacionados às crenças e atitudes da mulher em relação ao câncer do colo do útero e a autopercepção da gravidade e vulnerabilidade à doença configuram-se como limitantes à realização da prevenção.

A professora ressalta que o desconhecimento sobre os potenciais benefícios do rastreio, a crença de ele ser desnecessário na ausência de sintomas, o medo de um diagnóstico potencial de câncer ou a percepção de que o câncer não pode ser curado prejudicam o sucesso da campanha.

“Sendo assim, as ações educativas devem estar presentes no cotidiano das mulheres. Conforme avalia, tais informações impactam positivamente e são fundamentais para a disseminação da necessidade dos exames, do retorno e da sua periodicidade adequada, bem como dos sinais de alerta que podem significar câncer. “O amplo acesso da população a informações claras, consistentes e culturalmente apropriadas deve ser uma iniciativa dos gestores e dos serviços de saúde em todos os níveis do atendimento”, alerta.
LA/AT

Informações adicionais

  • Fonte: Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
  • E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Twitter: @Assembleia_CE
Lido 467 vezes Última modificação em Terça, 23 Março 2021 07:31

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